16 de Abril de 2018 - 17:47

Raul Jungmann atribui execução de Marielle Franco à atuação das milícias

O crime completou um mês no sábado, ainda sem identificação de suspeitos.
Por Flávio Max • Atualizado há 6 meses

Reprodução / Agência Brasil

O ministro extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse hoje (16) em entrevista a uma rádio de São Paulo, que a atuação de milicianos seria a principal hipótese da Polícia Civil do Rio para a execução da vereadora do Psol, Marielle Franco, e do motorista Anderson Gomes.

O crime completou um mês no sábado (14), sem identificação de suspeitos. Questionado sobre a urgência de uma resposta, o ministro frisou que outras investigações levaram mais de um mês, citando a morte do pedreiro Amarildo e da juíza Patrícia Acioli.

O ministro disse ainda que a Polícia Federal colocou à disposição da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, responsável pela condução do inquérito, um PhD formado nos Estados Unidos e especialista em ciência forense para ajudar nas investigações.

Jungmann frisou que a investigação teve início com “um grande conjunto de possibilidades” e foi afunilando, para hoje ter duas pistas praticamente fechadas.

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